domingo, 9 de abril de 2017

Como medir o progresso do ser humano?

Caros leitores; no ano de 1945, eu então com oito anos de idade, ia na padaria e comprava para o café da manhã o então chamado pão “preto”, que era assim denominado, devido o  trigo ser moído com casca e tudo, para simplificar a moagem e também aumentar o seu volume ou peso final e ainda por estarmos em plena segunda guerra mundial. Hoje, esse mesmo pão confeccionado do mesmo jeito, é pomposamente chamado de pão integral, da maneira que o progresso exige. A segunda guerra mundial, só teve o seu término, quando os Estados Unidos da América do Norte, , possuidores da tecnologia atômica, despejaram sobre duas cidades japonesas, (uma em cada cidade), exterminado em poucos segundos cerca de 250 mil pessoas, instalações industriais, casas e tudo que houvesse no espaço atingido,  pelo poder da poderosa bomba.
Enquanto cientistas na atualidade, se preocupam em pesquisas para tentar descobrir de onde viemos, nós estamos vivendo e morrendo, sem saber para onde vamos após a morte. As doenças que nos afetavam, foram erradicadas e outras novas e de mais difícil controle e erradicação, foram aparecendo ou quem sabe sendo criadas, por exigência do “progresso” que não pode parar. As guerras estão ai por toda parte e já causaram, na base de balas, bobinhas e outros artefatos, desde a segunda guerra mundial, tantas mortes no varejo, que somadas devem com certeza, ultrapassar aquele número alcançado com uso das bombas atômicas. Pergunto eu: já que estamos matando no varejo, por que não fazer no atacado? Não propriamente para causar mortes e sim para causar impacto, pois foi assim que houve o término da segunda guerra mundial. A falta de uso dessas bombas atômicas, dá a impressão que o progresso tecnológico nasceu e morreu no ano de 1945.
Como diz o Datena na Band, me ajude aí gente,  a entender os ditos seres a humanos.

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