domingo, 28 de abril de 2013

ESTRADA NO OESTE . . .

ESTRADA NO OESTE E FERRO NO NOROESTE (3) 


Mais um estudo de traçado da Ferrovia Cascavel-Maracajú, está sendo proposto pelo deputado Zeca Dirceu, somando-se a muitos já realizados por outros políticos, desejosos de ampliarem seus currais eleitorais. Mal sabe o Ilustre deputado que, no ano de 1991, portanto 22 anos atrás, já havia o projeto da Ferroeste vir até Guaira, com extensão futura ao Mato Grosso do Sul. Para auxilia-lo em suas pretensões, e diminuir custos de construção e compras de materiais, sugiro que enquanto ele elabora o projeto, mande uma turma especializada, desmontar 700 quilômetros de ferrovia, do chamado Trecho da Ferrovia Norte-Sul, totalmente pronta, que jamais viu um trem ou sentiu este sobre a linha, e que, por vinte anos se arrasta, servindo de cabo eleitoral, desde a época do Sarney, passando por FHC, e o nosso digníssimo Ex, o qual aproveitando a sigla, eu diria que tem PAC com o demônio, por ter o corpo fechado e ninguém conseguir incriminá-lo, apesar de várias denúncias graves. Em 1991, o agora deputado Zeca Dirceu, tinha doze anos e, nem pensava que, enganar incautos era tão fácil assim, fazendo uso da política.

DOMÉSTICAS SONHANDO . . .


DOMÉSTICAS SONHANDO E PATROAS SEM DORMIR.


Parece coisa combinada, no âmbito da cúpula do governo. Ao invés de elaborarem um estudo, capaz de analisar com profundidade a pretensão, quanto às empregadas domésticas, ao ponto de desistirem, ante a impossibilidade da intenção, não: a Presidente Dilma no afã de arrebanhar mais alguns milhões de votos das domésticas desamparadas, anuncia que elas serão enquadradas nas leis trabalhistas, com os direitos que os demais trabalhadores possuem. E é isso mesmo; se estão enquadradas, os direitos serão os mesmos. Quem trabalha numa indústria de grande porte, tem hora extra, adicional noturno, fundo de garantia e tudo mais. Quem trabalha num supermercado modesto, se é registrado, tem o mesmo direito. Assim sendo se o patrão é rico, classe média ou pobre, a justiça do trabalho não prevê isso, no caso das domésticas; assim sendo direitos iguais. Ai que vem o engodo: se a Presidente Dilma anuncia que as domésticas vão ter os mesmos direitos, quem é o senador Romero Jucá - que pertence à base aliada do governo, para propor 5% como recolhimento do FGTS? A combinação fica explícita aí; a Presidente Dilma para não perder ponto, e fazer mais ainda, diz categoricamente: “EU SOU CONTRA”. Captaram a tramoia?

ESSE ESTATUTO É . . .

ESSE ESTATUTO É COISA DE CRIANÇA.


Caros leitores; todos nós somos testemunhas, do quanto se elevou; do quanto se protegeu e o quanto de “corda”, que foi dado à criança, ao infante e ao adolescente. À criança, foi oferecida uma proteção, até certo ponto exagerada, com relação aos pais, onde estes não poderiam se quer elevar a voz, para chamar a atenção do filho, por este agir de forma inconveniente, com a educação a ser dada. Castigo físico nem pensar, contrariar também não é recomendável. Em assim sendo, é comum hoje a criança autoritariamente dizer aos pais: vocês estão invadindo minha privacidade, ou ainda, se baterem em mim, vou denunciar ao conselho tutelar. Agindo dessa maneira, quem deveria ser considerado criança, tem atitudes de infante. Ao infante por sua vez, também lhes foram oferecidas, condições capazes de transforma-los em adolescente e, lá pelas tantas em adulto. Na qualidade de intocável, o jovem em geral criou “asas”, e passou a fazer uso sistemático, das prerrogativas que lhes foram conferidas. Tendo sido ultrapassado os limites - que os orientadores não previram, pretendem reduzir a idade penal para 16 anos. Em recentes assaltos, havia menores de quinze anos; Num arrastão em um restaurante em são Paulo, um menor de treze anos comandava a operação. O que estão fazendo para punir os menores de 18 anos hoje, com certeza não será suficiente para punir os menores de 16 anos no futuro. Com a palavra os sábios orientadores.

O REI SÁBIO . . .

O REI SÁBIO QUE ADMITIU O BURRO 

Era uma vez um rei que queria ir pescar. Ele chamou o seu Ministro Meteorologista e pediu-lhe a previsão do estado do tempo para as próximas horas. Este assegurou-lhe que não iria chover. No caminho, ele encontrou um camponês montando seu burro que, ao ver o rei, disse: - "Majestade, é melhor regressar ao palácio porque que vai chover muito." É claro que o rei ficou pensativo: - "Eu tenho um Ministro Meteorologista muito bem pago que me disse o contrário. Vou seguir em frente." E assim fez ... e, claro, choveu torrencialmente, a pescaria ficou estragada e o rei encharcado e resfriado. Furioso voltou para o palácio e despediu o Ministro. Ele convocou o camponês e ofereceu-lhe o cargo, mas este, sincero (não era político), disse-lhe: - "Senhor, eu não entendo nada disso, mas se as orelhas do meu burro estão caídas, significa que vai chover." O rei então usou a lógica e nomeou o burro. Assim começou o costume de nomear burros que, desde então, têm as posições mais bem pagas nos governos. A presente estória, de tempos remotos, tem muito a ver com situações de hoje, onde políticos em muitos casos, são nomeados e bem pagos, sem oferecer o retorno funcional que se pretende.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

DA AMIZADE VIRTUAL À AMIZADE REAL.


DA AMIZADE VIRTUAL À AMIZADE REAL. 

Gente, já imaginaram, viajar para um lugar distante para conhecer uma pessoa que você não conhece? Há qualquer coisa de pleonasmo nessa frase, mas é isso mesmo, com ou sem; sair para conhecer uma pessoa que você não conhece, é mesmo estranho. Como será possível esse encontro se não se conhecem. Quando se der o encontro, o que conversarão se não há assunto em pauta. Como identificar e determinar onde isso se dará. Haverá credibilidade de ambas as partes, para que não se esteja sendo objeto de uso nesse encontro, para outros fins, que só não a amizade propriamente? Não caros leitores, não haverá nenhum contratempo; bastará o desejo desse conhecimento mútuo, aliada a sinceridade, honestidade, respeito e consideração, além do essencial, demonstrar amizade. Vivi isso dias atrás, e estou agradecido a essas pessoas, que me proporcionaram esse momento incomum. Mesmo fora de época, só posso dizer: “FELIZES EM NATAL”

A EUFORIA DAS DOMÉSTICAS E O . . .


A EUFORIA DAS DOMÉSTICAS E O DESESPERO DOS PATRÕES. 

Aqui está caros leitores: mais uma ideia de políticos, que deixará a nação em polvorosa, onde eles não estão nem aí para o que poderá acontecer. Ninguém é contra a melhora de alguém, porém proporcionar a melhora pretendida, atabalhoadamente, com a pressa de quem deseja se reeleger, e deixar que a bomba estoure nas mãos do último que a segurar, ai é bom de mais. Atentem agora para isso: Se a sua empregada doméstica precisar fazer uma hora extra, lembre-se de que ela terá de descansar 15 minutos antes de começar. Se você precisa de muitas horas extras, atente que ela não pode exceder dez horas por semana. Se dorme ou não no emprego, ela terá de ficar 11 horas sem trabalhar depois de encerrada uma jornada. Atenção: ela não pode comer em menos de uma hora em cada refeição. Se ela demorar mais de dez minutos para entrar no serviço, trocar de roupa ou tomar banho na hora da saída, esse tempo será contado como hora extra. Se ela dorme no quarto com uma criança ou um doente, terá de ser remunerada com adicional noturno e eventualmente hora extra por estar à disposição daquela pessoa. Se você tiver de compensar em outro dia as horas a mais que ela trabalhou no dia anterior (banco de horas), lembre-se de que isso tem de ser previamente negociado com o sindicato das domésticas. Se você concede à sua empregada um plano de saúde e, se ela se acidentar e for aposentada por invalidez, o plano terá de ser mantido pelo resto da vida. Se, para melhor controle do seu desempenho, você estabelecer metas e tarefas diárias que sua empregada considere exageradas, ela pode processá-lo por danos morais. E se você não pagar a indenização que o juiz determinar, ele penhorará (online) o saldo da sua conta bancária - sem prévio aviso. José Pastore é professor de Relações do Trabalho da FEA-USP e membro da Academia Brasileira de Letras.

QUANDO COMEMORAR A MORTE É POSSÍVEL.

QUANDO COMEMORAR A MORTE É POSSÍVEL. 

Caros leitores; está mais do que provado que, enquanto não se fizer um programa de governo detalhado no país, e de forma consciente, colocando em ordem cronológica, a aplicação desse programa, o mundo viverá essa aberração de ideias e ideais, protagonizado por esses políticos de meia tigela, os quais, vão fazendo e desfazendo ao bel prazer, o que eles determinam, enquanto tiram da pauta, ideias mais malucas dos que o antecederam. Digo isso por que, a cada governo que entra, é um novo país que se apresenta, deixando atônitos os cidadãos, os quais ficam totalmente desnorteados, sem saber quem tem ou quem tinha razão. Poderia citar aqui inúmeros exemplos, mas vou me ater ao presente momento, comparando com outro de trinta anos atrás. Boa parte da população da Inglaterra, está comemorando a morte da ex Ministra Margareth Thatcher. Sabem por quê? Simplesmente por ter a ex Ministra, feito cortes nos benefícios sociais que eram largamente oferecidos e, privatizado as empresas estatais que, “como em todo país que se preza”, serve de cabide de emprego, se gasta dinheiro a rodo e nada se produz. Enquanto isso aqui no Brasil, se comemora a vida da Presidente Dilma, a qual contrariamente a ex Ministra, cria programas de assistências a torto e a direito, e se diz contrária a privatização. Qual será a atitude normal dos aposentados, no dia em que morrerem, o Lula, a Dilma, Romero Jucá, Renan Calheiro e tantos outros que ajudaram a denegrir suas imagem e a diminuir o poder aquisitivo desses coitados? CHORAM OU FAZEM FESTA...